Oliver Rowland explicou após vencer o eP de Mônaco de domingo que mudou a estratégia da Nissan durante a corrida, em Monte Carlo, sem avisar imediatamente a equipe, porque percebeu que o ritmo agressivo dos rivais não seria sustentável. A decisão sobre o uso do Modo Ataque e a gestão de energia foi central para a vitória na etapa da Fórmula E.
Rowland leu corrida diferente dos rivais
O britânico afirmou que se surpreendeu com a postura de adversários como Edoardo Mortara e Nico Müller nas voltas iniciais.
Segundo Rowland, o começo da prova foi mais agressivo do que a Nissan esperava. Ainda assim, ele manteve a leitura de que aquela abordagem cobraria um preço na parte final da corrida.
Por isso, preferiu seguir com foco em economia de energia, mesmo sem aparecer entre os primeiros colocados em parte da disputa.
Mudança no Modo Ataque aconteceu no meio da prova
O plano inicial era dividir o Modo Ataque em uma ativação de seis minutos e outra de dois. Mas Rowland decidiu inverter a ordem durante a corrida.
De acordo com o piloto, a energia ainda não regenerava no ritmo ideal no momento da primeira janela. Assim, ele usou a ativação curta mais para controlar consumo do que para atacar posições.
Essa escolha permitiu guardar mais performance para o stint decisivo, quando os adversários começaram a perder ritmo.
Vitória nasceu na disciplina energética
A explicação de Rowland reforça uma das marcas da Fórmula E moderna: vencer nem sempre depende de liderar cedo, mas de entender quando gastar e quando segurar.
Em Mônaco, o piloto da Nissan percebeu que tinha entre 2% e 3% a mais de energia em relação a alguns rivais. Essa margem, pequena no papel, virou vantagem real nas voltas finais.
Foi nesse cenário que ele avançou no momento certo para assumir a ponta e confirmar a vitória.
Confiança da Nissan deu liberdade ao piloto
Rowland também destacou que a equipe já havia discutido a maior parte dos cenários antes da largada. Isso ajudou a dar autonomia para a decisão tomada em tempo real.
Ao admitir que nem avisou a equipe de imediato sobre a inversão do plano, o britânico mostrou o nível de confiança entre piloto e box. Em categorias elétricas, esse alinhamento costuma ser decisivo.
Historicamente, corridas em Monte Carlo expõem com clareza quem consegue interpretar melhor o consumo e o momento de ativar recursos extras. Foi exatamente esse tipo de leitura que colocou Rowland no topo.
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