A Ferrari decidiu adotar uma postura diplomática em meio às recentes controvérsias técnicas da Fórmula 1. O chefe da equipe, Frédéric Vasseur, negou categoricamente que a escuderia planeje um protesto formal contra a Mercedes devido a supostas irregularidades na unidade de potência para 2026. Segundo o dirigente, o foco da reunião com a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) foi buscar uma interpretação única e transparente das novas regras.
A polêmica surgiu após rumores de que o motor desenvolvido em Brackley estaria operando com uma taxa de compressão superior ao limite permitido pelo novo regulamento. Embora o tema tenha gerado desconforto entre os fabricantes, a FIA já iniciou diálogos para ajustar o texto normativo e evitar distorções competitivas.
Durante os testes de pré-temporada no Bahrein, Vasseur reforçou que o surgimento de dúvidas é inerente a uma mudança tão drástica de regulamento — que abrange motor, bateria, chassi e pneus. “Não estamos aqui para protestar, mas para garantir que todos tenham o mesmo entendimento das regras”, afirmou o chefe da Ferrari. “É natural que existam áreas cinzentas em um projeto novo, mas precisamos de definições claras para a próxima semana.”
Enquanto os bastidores fervem, a ação na pista mostra equilíbrio. A Ferrari liderou sessões com Charles Leclerc, mas foi a Mercedes, com o jovem Kimi Antonelli, quem cravou a melhor marca absoluta dos três primeiros dias de testes. A categoria terá mais uma rodada de atividades no Bahrein entre 18 e 20 de fevereiro, antes da abertura oficial da temporada na Austrália, em 8 de março.
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