Esteban Ocon rebateu nesta quinta-feira, durante o dia de mídia do GP do Canadá, em Montreal, os rumores sobre uma possível saída da Haas após um suposto desentendimento com o chefe Ayao Komatsu. O francês classificou a informação como “completo absurdo” porque, segundo ele, não houve briga em Miami e seu vínculo com a equipe segue intacto.
Ocon nega crise e reforça apoio à Haas
As especulações surgiram depois do GP de Miami, quando publicações em redes sociais e alguns veículos afirmaram que Ocon teria discutido com Komatsu e poderia até ser substituído.
O piloto foi direto ao responder. “Sinceramente, é uma grande besteira. É inacreditável. Estávamos conversando com o Ayao agora mesmo. Diziam até que tivemos uma grande briga em Miami. E isso é um completo absurdo”, afirmou Ocon.
O francês ainda reforçou que a relação com o dirigente é antiga e sólida. Os dois se conhecem desde os tempos em que ele atuava como piloto de desenvolvimento da Lotus, em 2014.
Francês diz que notícia é falsa e inventada
Ao comentar a repercussão, Ocon afirmou que a narrativa não tem qualquer base real e garantiu estar totalmente focado no trabalho da equipe.
“Está tudo inventado e é uma grande bobagem. Vim para esta equipe porque conheço o Ayao há muito tempo. Tenho um ótimo relacionamento com ele. Estou totalmente comprometido com a equipe durante todo o ano. Tenho contrato”, disse.
A declaração é relevante porque a Haas vive um momento de reconstrução técnica em 2026 e ainda tenta consolidar sua dupla de pilotos em uma temporada marcada por oscilações no pelotão intermediário.
Repercussão afetou família e patrocinadores
Ocon admitiu que os rumores o atingiram além da pista. Segundo ele, a repercussão teve impacto pessoal e também gerou ruído para quem o acompanha de perto fora do paddock.
“Obviamente, sou humano. Então isso afeta de certa forma. Afeta minha família. Afeta os patrocinadores”, declarou.
O piloto também criticou a forma como boatos ganham escala rápida nas redes sociais e acabam se transformando em narrativa sem checagem adequada.
Conversa com Komatsu foi tratada como rotina de trabalho
O francês explicou que, após Miami, houve sim uma reunião com Komatsu, mas dentro da normalidade de um fim de semana difícil.
Segundo Ocon, o encontro serviu apenas para discutir desempenho, comportamento do carro e caminhos de evolução. Nada além disso.
Esse ponto é importante porque, na Fórmula 1, reuniões internas após etapas problemáticas são rotina. Transformá-las em crise costuma distorcer o funcionamento natural de uma equipe.
Haas tenta virar página em 2026
Mesmo sem resultados consistentes no início do campeonato, Ocon afirmou que vê evolução no trabalho da equipe e atribuiu parte da frustração das primeiras provas a fatores circunstanciais, como safety-cars e azar estratégico.
Historicamente, a Haas enfrenta pressão extra sempre que atravessa fases instáveis, justamente por operar com estrutura mais enxuta em comparação às gigantes do grid. Por isso, qualquer ruído externo tende a ganhar proporção maior.
Ao se posicionar de forma pública e firme, Ocon tenta encerrar o assunto antes que ele contamine ainda mais o ambiente esportivo da equipe em Montreal.
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