O brasileiro Pipo Derani, piloto da Genesis, projetou as 6 Horas de Spa como uma etapa de aprendizados-chave para manter a “evolução constante” da equipe na temporada 2026 do WEC. Após uma estreia positiva em Ímola, com os dois carros chegando ao fim sem problemas relevantes, Derani afirmou que o foco agora é adaptar rapidamente o GMR-001 ao traçado belga e avançar em desempenho e execução.
Ímola deu base: completar com os dois carros tirou pressão
Derani é titular do Genesis #17 ao lado de André Lotterer e Mathys Jaubert. O trio terminou as 6 Horas de Ímola na 15ª posição, duas voltas atrás do vencedor Toyota #8 de Sébastien Buemi, Ryo Hirakawa e Brendon Hartley.
Mesmo com o resultado ainda distante da briga na frente, o brasileiro destacou os sinais positivos do fim de semana e o valor de concluir a primeira corrida com confiabilidade.
“Concluir a corrida em Ímola com ambos os carros da equipe, sem problemas significativos, aliviou parte da pressão e nos permite focar ainda mais em desempenho e execução daqui para frente”, disse Derani.
Spa muda o tipo de exigência técnica do pacote
O piloto ressaltou que Spa-Francorchamps é um circuito “bem diferente”, o que exige reação rápida da equipe para transformar dados em evolução de performance.
“Com a primeira corrida concluída, agora estamos nos preparando para Spa-Francorchamps com o objetivo de seguir evoluindo e avançar no desenvolvimento do GMR-001”, iniciou.
“Ainda há muito a melhorar, mas estamos satisfeitos com o resultado em Ímola e queremos manter um ritmo consistente de evolução”, completou.
Adaptação rápida é o alvo para acelerar a curva de aprendizado
Derani apontou que o foco imediato é entender como o carro vai se comportar em Spa e usar a etapa como atalho na curva de desenvolvimento, especialmente em um momento do ano em que cada treino e stint contam.
“Spa é um circuito bem diferente, então nos adaptar rapidamente será essencial para o aprendizado. Estou ansioso para ver como o carro vai se comportar neste tipo de pista”, finalizou.
Segundo passo define o tom de projetos novos no WEC
No WEC, equipes em fase inicial costumam usar as primeiras etapas como “laboratórios” de corrida: consolidar confiabilidade, validar procedimentos de pit stop, calibrar estratégia de energia/consumo e entender o comportamento do carro em pistas com demandas contrastantes.
Depois de Ímola, uma pista mais travada e técnica, Spa representa um novo teste de eficiência e execução. Para a Genesis, a etapa belga funciona como termômetro de evolução antes de entrar na parte mais exigente do calendário.
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