Jenson Button afirmou que vê em Oscar Piastri uma característica que também marcou sua própria trajetória na Fórmula 1: a dificuldade de render no limite em momentos de maior pressão. Em entrevista ao podcast oficial da categoria, o campeão de 2009 explicou que o australiano da McLaren o lembra não só pelo estilo calmo, mas também pela forma como reage à disputa real por um título.
Button explica comparação com Piastri
Ao ser perguntado sobre qual piloto atual mais se parece com ele, Button citou Piastri. Segundo o britânico, a identificação vai além da pilotagem e passa pela personalidade.
Para o ex-piloto, o australiano transmite calma, foco e maturidade, mas também mostrou em 2025 sinais de desgaste mental quando passou a brigar diretamente pelo campeonato.
Pressão de 2025 entrou na análise
Na leitura de Button, a temporada passada mudou o tamanho de Piastri dentro da McLaren e do grid. O australiano deixou de ser apenas promessa e passou a lidar com cobrança real por resultados e pela luta interna com Lando Norris.
Foi nesse contexto que Button disse reconhecer uma fraqueza familiar. Segundo ele, houve momentos em sua própria carreira em que não conseguiu tirar o melhor de si por causa da tensão.
A avaliação de Button ajuda a explicar por que Piastri é tão valorizado no paddock. O australiano mantém postura serena, pouco reage ao caos externo e raramente se expõe além do necessário.
Mas o britânico ressaltou que esse perfil não elimina a pressão. Na F1, até pilotos mais frios sentem o peso de uma disputa por título, especialmente quando enfrentam companheiros fortes dentro da própria equipe.
Button destaca foco de Piastri
Apesar da observação sobre o lado mental, Button fez elogios claros ao piloto da McLaren. Disse admirar sua dedicação e o fato de ele parecer interessado apenas em correr.
Esse perfil, segundo o campeão de 2009, também lembra em parte Max Verstappen: um piloto concentrado no desempenho, pouco atraído pelo espetáculo ao redor e altamente competitivo.
Contexto histórico reforça leitura de Button
A comparação tem peso porque Button viveu situação parecida ao longo da carreira, inclusive em duelos internos de alto nível, como teve na McLaren contra Lewis Hamilton.
Na história da F1, esse tipo de aprendizado costuma separar candidatos ocasionais de campeões consolidados. Muitos pilotos rápidos precisam primeiro sentir o desgaste de uma disputa real antes de voltar mais fortes.
No caso de Piastri, a leitura de Button aponta justamente isso: há talento, controle e velocidade, mas o próximo passo pode depender de como ele transformará a pressão de 2025 em evolução para as próximas temporadas.
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