Rafael Câmara fez nesta semana seu primeiro teste com um carro de Fórmula 1 ao participar de uma sessão da Ferrari no Hungaroring, circuito do GP da Hungria. O brasileiro, que atualmente disputa a Fórmula 2, guiou o SF-25 em um teste do tipo TPC, trabalho que faz parte da preparação de jovens pilotos da academia italiana para futuras participações em atividades oficiais da categoria.
Primeiro contato de Rafa Câmara com um F1
Membro da Ferrari Driver Academy, Câmara foi à pista com um carro da temporada 2025 em uma sessão voltada a ganho de experiência.
Esse tipo de treino, chamado de Teste com Carros Anteriores (TPC), permite o uso de modelos antigos sem a mesma limitação de quilometragem dos testes regulares. Na prática, é uma ferramenta importante para adaptação técnica e operacional de pilotos em formação.
Além do brasileiro, o sueco Dino Beganovic também participou da atividade realizada pela equipe italiana.
Ferrari prepara jovens para treinos livres
Segundo o portal AutoRacer.it, a Ferrari organizou a sessão para acelerar a preparação de Câmara e Beganovic visando uma possível participação em treinos livres da F1 em 2026.
A partir desta temporada, cada equipe precisa ceder o carro dos titulares em quatro sessões ao longo do ano para jovens pilotos, sendo duas oportunidades ligadas a cada titular.
Até o momento, a Ferrari ainda não cumpriu essa cota, o que torna esse tipo de teste ainda mais relevante no planejamento esportivo da equipe para os próximos meses.
Hungaroring costuma ser pista valiosa para formação
O Hungaroring é tradicionalmente visto como um circuito técnico e exigente, muito útil para o desenvolvimento de pilotos. Com trechos de média e baixa velocidade, o traçado exige precisão, consistência e boa leitura de comportamento do carro.
Por isso, não é surpresa que a Ferrari tenha escolhido a pista para o primeiro contato de Rafa Câmara com um F1. Em categorias de base, sessões assim costumam ser tratadas como etapa importante no processo de avaliação interna.
Brasileiro segue caminho tradicional da academia
A ida de Câmara a um teste de F1 reforça sua posição dentro do projeto da Ferrari. Historicamente, a academia italiana usa esse tipo de atividade para medir adaptação, feedback técnico e capacidade de evolução antes de expor o piloto em fins de semana oficiais.
Para o brasileiro, o teste representa mais do que quilometragem: é um sinal claro de confiança da equipe em sua progressão dentro da estrutura. Em um ambiente tão seletivo quanto o da Fórmula 1, cada oportunidade em pista costuma ter peso estratégico.
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