A McLaren segue estruturando sua entrada na classe Hipercarro do WEC 2027 e, segundo o CEO Zak Brown, ainda não definiu sua formação completa de pilotos. A estratégia é acompanhar o mercado e avaliar desempenhos antes de fechar o line-up, com o objetivo claro de recrutar “os melhores nomes disponíveis”.
Estratégia aberta acompanha movimentação do mercado
Até o momento, apenas Mikkel Jensen foi confirmado no projeto, enquanto outros nomes seguem em análise. Entre os cotados estão Alex Lynn, da Cadillac, e Laurens Vanthoor, atualmente ligado à Porsche Penske.
Brown explicou que a decisão de não fechar rapidamente o elenco é intencional.
“Queremos ver como o mercado se movimenta e acompanhar jovens talentos”, afirmou.
Flexibilidade inclui acordos com outras equipes
A McLaren não descarta acordos de empréstimo com outras montadoras, desde que o programa no WEC seja prioridade absoluta para os pilotos envolvidos.
O CEO deixou claro que não aceitará situações em que a equipe seja secundária em relação a outros compromissos.
Programa pode incluir jovens talentos
Além de nomes consolidados, pilotos do programa de desenvolvimento da McLaren, como Richard Verschoor e Jake Hughes, também estão no radar para compor o projeto.
McLaren retorna ao topo do endurance
A entrada da McLaren na classe Hipercarro marca um passo importante na expansão da marca no automobilismo global. Historicamente ligada a vitórias em Le Mans e na Fórmula 1, a equipe busca agora se posicionar na era moderna do endurance, que reúne grandes fabricantes.
Com um grid cada vez mais competitivo no WEC, a escolha dos pilotos será decisiva para o sucesso do projeto. A abordagem cautelosa de Zak Brown indica uma estratégia alinhada ao alto nível exigido na categoria.
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