A Williams anunciou oficialmente a contratação do engenheiro britânico Dan Milner como seu novo chefe de engenharia de tecnologia de veículos. O movimento, confirmado nesta semana pela sede em Grove, visa fortalecer a estrutura técnica da equipe para os desafios do novo regulamento da Fórmula 1. Milner traz uma bagagem vitoriosa de 14 anos na Mercedes, onde participou ativamente da conquista do octacampeonato mundial de construtores.
Reforço estratégico com DNA de campeão
Com passagens por equipes históricas como Honda e Brawn GP, Milner é reconhecido no paddock por sua expertise em simulação, design e integração de unidades de potência. Na Williams, sua missão será unificar as frentes de hardware e testes, transformando conceitos teóricos de inovação em ganhos reais de tempo de volta nos carros de Carlos Sainz e Alexander Albon.
“A Williams tem um plano claro e ambicioso para evoluir. Estou animado para contribuir com minha experiência e acelerar esse processo”, afirmou o engenheiro em sua chegada.
Foco na integração entre simulação e pista
O diretor técnico da equipe, Matt Harman, destacou que Milner será uma “peça central” na reestruturação do time. Além de sua experiência na elite do automobilismo, o engenheiro também atuou em projetos de defesa e na America’s Cup, o que lhe confere uma visão multidisciplinar sobre aerodinâmica e materiais compostos.
Sua chegada é vista como um passo essencial para resolver problemas crônicos de correlação entre o túnel de vento e o desempenho do carro no asfalto. Sob sua liderança, a área de tecnologia de veículos deverá otimizar a resposta dos bólidos em diferentes condições de pista e temperatura.
A reestruturação da Williams para voltar ao topo
A contratação de Milner faz parte de um agressivo plano de expansão liderado por James Vowles. A Williams vem investindo pesado em capital humano, buscando talentos em equipes rivais para modernizar processos que ficaram defasados na última década.
Historicamente, a Williams é uma das escuderias mais bem-sucedidas da história, mas enfrenta um longo período de jejum. Movimentos como este sinalizam aos investidores e torcedores que o time está de fato construindo uma base técnica sólida para desafiar o pelotão médio e, eventualmente, retornar ao círculo dos vencedores na nova era da F1.
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