Gabriel Bortoleto viveu um fim de semana histórico na estreia da Audi na F1, no GP da Austrália. O brasileiro não só chegou ao Q3 na classificação, como também conquistou dois pontos importantes em Melbourne, superando as expectativas da equipe e da própria torcida.
“Foi um ótimo fim de semana, eu realmente não esperava. Vindo do teste em Barcelona, tínhamos muita coisa para trabalhar. Então veio o Bahrein e conseguimos ter uma ideia, mais ou menos, de onde estávamos, mas chegar ao Q3 na nossa primeira tentativa e ainda marcar pontos foi muito positivo. Fiquei extremamente feliz por conseguir isso já no nosso primeiro fim de semana”, comentou o piloto durante o dia de mídia do GP da China.
Apesar do resultado animador, Bortoleto reconhece que cada circuito apresenta desafios únicos e que a repetição do sucesso em Xangai não é garantida. “Cada pista é diferente e os resultados mudam, então vamos fazer o nosso melhor aqui e tentar entender de fato onde estamos em diferentes tipos de circuitos.”
Em sua segunda temporada na F1, o jovem de 21 anos sente uma evolução significativa, tanto no aspecto profissional quanto pessoal. Comparado ao ano anterior, quando ainda atuava com a identidade da Sauber, Bortoleto afirma estar mais seguro e integrado ao novo ambiente da Audi.
“A forma como estou lidando com as coisas agora, também o entendimento de como quero encarar meus fins de semana, como estou trabalhando com a equipe, conhecendo essas pessoas já há dois anos, é algo completamente diferente”, destacou.
Ele também ressaltou o impacto emocional de fazer parte de um projeto como o da Audi: “Eu me sinto muito mais relaxado, mais ‘comprometido’ com o projeto de alguma forma, que finalmente está se tornando realidade: ser parte da Audi. E sim, provavelmente estou aproveitando muito mais agora do que estava neste mesmo momento no ano passado. Espero que possamos continuar assim.”
Com o GP da China trazendo o formato sprint, Bortoleto vê na corrida curta uma oportunidade de aprendizado acelerado. “Ainda vamos aprender bastante ao longo do fim de semana. Não acho que vamos ter tudo otimizado antes da classificação, então vamos testar coisas e aprender também na classificação sprint e na corrida sprint. Mas sim, acho que também é algo que dá ‘um pouco mais de tempero’ ao fim de semana, para buscar o limite um pouco mais e ir mais rápido”, finalizou.
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