Com a possibilidade de Max Verstappen não conquistar o título na próxima temporada (referente ao ano de 2026, no contexto do artigo), uma questão crucial surgiu entre os fãs da Fórmula 1: poderia o atual campeão manter o cobiçado número 1 no bico de seu carro, mesmo sem ser o detentor do título vigente?
A resposta, de acordo com o Regulamento Desportivo da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), é um sonoro e inequívoco “não”.
Desde 2014, quando a F1 introduziu o sistema de números permanentes para os pilotos (Verstappen, por exemplo, carregava o #33), o número 1 foi reservado como um privilégio e uma opção exclusiva para o Campeão Mundial da temporada anterior.
O Artigo 9.2 do regulamento é claro:
“A única exceção a esse processo de atribuição [dos números permanentes] será para o Campeão Mundial vigente, que terá a opção de usar o número 1. O número de competição que foi anteriormente atribuído a ele será reservado para ele nos Campeonatos seguintes caso ele não mantenha o título de Campeão Mundial.”
Isso significa que, se Verstappen não for o campeão, o número 1 fica disponível para o novo campeão (caso este decida usá-lo, como fizeram Verstappen e Sebastian Vettel no passado, ou opte por seu número permanente, como faz Lewis Hamilton com o #44).
Seja qual for a escolha do novo campeão, Verstappen não terá a permissão de manter o #1. Em vez disso, seu número permanente, o #33, será automaticamente reativado para a temporada seguinte, pondo fim às especulações e reforçando que o dígito 1 é uma honra restrita a quem detém a coroa.
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