A F2 anunciou a criação de um fundo de € 1 milhão (cerca de R$ 6,25 milhões) destinado aos cinco primeiros colocados da Fórmula 3, que poderão utilizar os valores na categoria imediatamente superior. O anúncio foi feito por Bruno Michel, CEO da Fórmula 2, que destacou a importância da iniciativa para dar suporte financeiro aos jovens talentos.
A premiação será distribuída de forma escalonada: Campeão da F3 2025, Rafael Câmara receberá € 300 mil (R$ 1,87 milhão), além dos € 300 mil já concedidos pela Pirelli ao vencedor da categoria; o vice-campeão ficará com € 250 mil (R$ 1,56 milhão); o terceiro colocado, € 200 mil (R$ 1,25 milhão); o quarto lugar, € 150 mil (R$ 938 mil); e o quinto, € 100 mil (R$ 625 mil).
Segundo Michel, a divisão busca contemplar mais pilotos e garantir competitividade no grid da F2. “Um fundo de prêmios de € 1 milhão é bastante importante. Poderíamos dar tudo a apenas um piloto, mas não seria justo. Mesmo não cobrindo uma temporada inteira, é uma ajuda significativa”, afirmou.
O dirigente também ressaltou que os valores só serão pagos integralmente após os pilotos completarem a temporada de 2026, evitando abandonos antes do fim do campeonato — algo que já ocorreu em anos anteriores quando competidores sem chances de título deixaram a categoria.
“Nosso objetivo é incentivar os pilotos a concluírem o campeonato. Até Baku, tivemos exatamente os mesmos competidores desde o início até Monza, e isso foi muito positivo. Por isso, a premiação só será entregue na totalidade caso o piloto dispute todas as etapas”, concluiu Michel.
Com a iniciativa, a F2 busca fortalecer a transição da F3 para a categoria e assegurar que os melhores talentos tenham condições de competir de forma mais sólida em 2026.
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