A Peugeot oficializou como serão montados os dois trios que defenderão o Peugeot 9X8 na classe Hypercar do Mundial de Endurance (WEC) em 2026. A marca francesa terá o carro #93 guiado por Nick Cassidy, Paul di Resta e Stoffel Vandoorne, enquanto o #94 contará com Loïc Duval, Malthe Jakobsen e Théo Pourchaire ao longo do campeonato.
Em novembro, a Peugeot já havia divulgado a lista com os seis pilotos do programa, mas ainda mantinha em aberto como seria a divisão entre os dois carros. A confirmação das combinações encerra uma das principais expectativas em torno do projeto para 2026 e dá forma ao planejamento esportivo da equipe na principal categoria do WEC.
A mudança mais significativa aparece no #93, que ganha Cassidy como reforço. O neozelandês, nome de destaque na Fórmula E, foi anunciado em setembro como nova contratação e seguirá conciliando o endurance com a nova fase na categoria elétrica, agora defendendo a Citroën, outra marca do grupo Stellantis. Ao lado dele, di Resta permanece como peça fixa do programa, e Vandoorne completa a formação após ter sido ventilado anteriormente como possível integrante do projeto da Genesis.
Apesar da manutenção de Vandoorne no elenco para 2026, a Peugeot já sinalizou que a composição do time é pensada com horizonte mais longo. A equipe confirmou Jean-Éric Vergne como piloto reserva para 2026, com foco no desenvolvimento do 9X8, antes de voltar ao grid como titular a partir de 2027.
No #94, a base será mantida com Duval e Jakobsen, agora acompanhados por Théo Pourchaire. O francês viveu em 2025 sua primeira temporada completa no endurance, competindo na ELMS pela Algarve Pro Racing, e já havia aparecido no radar da Peugeot ao substituir Vandoorne na etapa final do WEC, no Bahrein, justamente ao lado da dupla que agora será sua parceira em 2026.
Diretor-técnico da Peugeot Sport, Olivier Jansonnie afirmou que o objetivo foi montar formações equilibradas, combinando experiência e características complementares de pilotagem. “Loïc e Paul são pilares fortes da equipe e terão um papel fundamental como referências em cada trio”, disse. Segundo ele, a escolha também considerou o desempenho em diferentes momentos do fim de semana: “Ambas as formações oferecem um excelente equilíbrio, combinando pilotos muito fortes nas largadas com outros que se destacam na classificação. Essa estrutura foi pensada com uma visão de longo prazo, mas também para garantir competitividade e capacidade de adaptação em todas as condições de corrida, algo essencial diante do nível do FIA WEC”, concluiu.
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