O CEO da McLaren, Zak Brown, criticou o aumento de custos no endurance e defendeu o fim da plataforma LMH no próximo regulamento dos hipercarros, previsto para 2030. A declaração foi feita em meio à preparação da equipe para entrar no WEC a partir de 2027.
Custos dobraram desde início do regulamento
Segundo Brown, o investimento necessário para competir no endurance praticamente dobrou desde a introdução dos hipercarros em 2021.
“O custo dobrou. Estamos correndo para vencer, então gastar menos não é uma opção”, afirmou ao Sportscar365.
O dirigente destacou que o cenário atual pressiona as equipes e dificulta a sustentabilidade dos programas.
McLaren quer padronização com LMDh
A principal proposta de Brown é a adoção exclusiva da plataforma LMDh, eliminando o LMH para reduzir complexidade e custos.
O CEO também defendeu o fim das atualizações por meio dos chamados Evo Jokers, além de limitar o desenvolvimento técnico.
Para ele, manter uma base mais estável de componentes ajudaria no controle financeiro.
Modelo da Indy surge como referência
Brown citou a IndyCar como exemplo de controle de custos eficiente, com limitação de testes e peças padronizadas.
Segundo ele, esse modelo impede gastos excessivos mesmo para equipes com maior orçamento.
Futuro do endurance passa por equilíbrio financeiro
Desde a introdução das plataformas LMH e LMDh, o endurance vive uma fase de expansão com múltiplos fabricantes.
No entanto, o aumento de competitividade trouxe também maior pressão financeira, tornando o controle de custos um tema central para o futuro da categoria.
A discussão sobre o regulamento de 2030 será decisiva para garantir a sustentabilidade e atratividade do WEC nos próximos anos.
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