A Ferrari chegou às 6 Horas de Fuji, no último fim de semana, com a possibilidade matemática de conquistar os títulos do Mundial de Endurance (WEC) de Pilotos e Construtores com uma rodada de antecedência. No entanto, a realidade foi bem diferente, como admitiu Giuliano Salvi, chefe de competições da equipe italiana.
Segundo o dirigente, a Ferrari já previa um desempenho modesto no Japão. O objetivo realista era terminar na parte inferior do top-10, algo que não se concretizou. O carro #50, pilotado por Miguel Molina, Antonio Fuoco e Nicklas Nielsen, cruzou a linha em 12º, enquanto o #51 de James Calado, Alessandro Pier Guidi e Antonio Giovinazzi — líder do campeonato de Pilotos — terminou apenas em 15º lugar.
Apesar disso, houve momentos de destaque. Giovinazzi chegou a colocar a Ferrari #51 na terceira posição durante o segundo stint, o que surpreendeu até mesmo Salvi. “Esperávamos brigar apenas na parte de baixo do top-10. Fiquei surpreso com o trabalho de Giovinazzi ao trazer o carro em terceiro, mesmo que por um tempo. Ele fez um ótimo trabalho”, afirmou.
A única Ferrari a pontuar foi a AF Corse #83, guiada por Robert Kubica, Yifei Ye e Philip Hanson, que terminou em nono lugar. O resultado diminuiu a diferença para o carro #51 na disputa do Mundial de Pilotos, mas não preocupa a equipe, que mantém o foco no título de Construtores.
“O título de Construtores é a nossa prioridade. Se já estivesse decidido, os pilotos teriam mais liberdade para lutar pelo campeonato, mas seguimos com o foco total nesse objetivo. O carro #83, como sempre, pode correr normalmente”, concluiu Salvi.
Com a decisão marcada para o Bahrein, a Ferrari aposta suas fichas na força coletiva para encerrar a temporada no topo do campeonato entre as equipes.
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