O comentarista britânico Will Buxton defendeu a presença de Felipe Nasr na IndyCar durante participação no podcast On Speed, ao lado de Kevin Harvick. Em meio ao forte início de temporada 2026 do brasileiro na IMSA, onde ocupa posição de destaque no campeonato, Buxton afirmou que gostaria de ver o piloto da Team Penske migrando para os monopostos americanos.
Destaque no endurance reacende debate sobre transição
Desde sua chegada à IMSA em 2018, Felipe Nasr construiu uma carreira sólida no endurance, acumulando títulos e vitórias expressivas. Em 2026, o brasileiro segue em alta, incluindo triunfos nas tradicionais 24 Horas de Daytona e 12 Horas de Sebring, resultados que reforçam sua reputação como um dos nomes mais completos do automobilismo atual.
Para Buxton, esse desempenho é um indicativo claro de que Nasr poderia brilhar também na Indy:
“Eu adoraria ver o Nasr na IndyCar. Ele é um piloto excepcional, tanto em monopostos quanto no endurance”, afirmou.
O comentarista também relembrou a passagem do brasileiro pela base europeia, especialmente na GP2 (atual F2), onde já demonstrava alto nível técnico.
Ligação com a Penske pode abrir portas
Outro fator que fortalece a possibilidade é a relação de Nasr com a Team Penske, uma das equipes mais tradicionais da IndyCar. O brasileiro integra o programa da equipe desde 2022 e tem sido peça-chave nos programas de endurance.
Essa conexão direta poderia facilitar uma eventual transição, especialmente em provas específicas como as 500 Milhas de Indianápolis, que frequentemente contam com pilotos vindos de outras categorias.
Carreira versátil reforça candidatura
Antes de se consolidar no endurance, Felipe Nasr teve passagem pela Fórmula 1, competindo pela Sauber entre 2015 e 2016. Sua trajetória inclui ainda títulos na base e uma reconhecida capacidade de adaptação a diferentes tipos de carros.
Análise: Nasr representa perfil ideal para a Indy moderna
A IndyCar atual valoriza pilotos versáteis, capazes de competir em circuitos mistos, urbanos e ovais — exatamente o perfil de Felipe Nasr. Sua experiência com corridas longas, gestão de pneus e leitura estratégica pode ser um diferencial importante.
Além disso, a crescente integração entre programas de endurance e monopostos nos Estados Unidos torna esse tipo de movimentação cada vez mais comum. Caso a oportunidade surja, Nasr teria potencial não apenas para se adaptar rapidamente, mas também para disputar resultados relevantes desde o início.
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