O paraguaio Joshua Dürksen, titular da equipe Invicta, afirmou estar em sua melhor fase técnica e mental para disputar o título da Fórmula 2 em 2026. Em sua terceira temporada na categoria, o piloto destacou que o amadurecimento acumulado nos últimos anos, somado ao recente contrato com o programa de desenvolvimento da Mercedes na F1, são as provas definitivas de que ele atingiu o nível necessário para enfrentar favoritos como o brasileiro Rafael Câmara.
Trajetória de ascensão e maturidade técnica
A jornada de Dürksen na F2 é marcada por uma aposta ousada: o salto direto da FRECA para a principal categoria de acesso, sem passar pela F3. Após dois anos de consolidação com a equipe AIX, onde acumulou vitórias e pódios significativos em circuitos como Austrália e Abu Dhabi, o paraguaio agora defende a Invicta, estrutura que dominou o certame em anos recentes.
“Evoluí em todas as áreas que consigo imaginar: no lado mental, no físico, no meu conhecimento de engenharia e gerenciamento de pneus”, analisou o piloto, reforçando que a experiência acumulada permite focar agora apenas nos detalhes de performance.
Aliança com a Mercedes confirma “caminho certo”
Um dos grandes divisores de águas para a carreira de Joshua Dürksen foi o anúncio de sua entrada na academia da Mercedes. Para ele, o interesse de uma das equipes mais vitoriosas da história da F1 é o reconhecimento externo de um trabalho silencioso de evolução.
“Assinar com a Mercedes me mostra que pessoas fora do meu círculo estão vendo meu progresso. É uma confirmação de que estou seguindo na direção certa”, celebrou.
O piloto destaca que sua maior evolução reside na habilidade de corrida. No ano passado, grande parte de seus oito pódios foi conquistada através de recuperações agressivas vindo do meio do pelotão, o que demonstra um controle refinado sobre o desgaste de equipamento e leitura de prova.
O desafio contra as novas estrelas da F2
A competitividade da Fórmula 2 em 2026 está em níveis altíssimos, com a chegada de talentos precoces como Rafael Câmara, que já mostrou força na abertura do campeonato na Austrália. No entanto, o retrospecto recente da Invicta — equipe que levou nomes como Gabriel Bortoleto e outros ao sucesso — coloca Dürksen em uma posição privilegiada.
Historicamente, o terceiro ano de um piloto na F2 costuma ser o “tudo ou nada” para quem almeja a Fórmula 1. Ter o suporte de uma fábrica como a Mercedes e o melhor carro do grid pode ser a combinação exata para que o Paraguai tenha, pela primeira vez, um campeão na antesala da elite do automobilismo.
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