A F1, a Pirelli e a FIA confirmaram uma nova diretriz para o GP do Catar de 2025: cada stint poderá ter no máximo 25 voltas. A regra, criada por questões de segurança, busca evitar desgaste excessivo dos pneus em Losail, circuito conhecido pela alta carga lateral.
Com a prova marcada para 57 voltas, os pilotos terão obrigatoriamente de realizar pelo menos dois pit stops. A corrida sprint, porém, não precisará de paradas, já que conta com apenas 19 voltas.
A Pirelli explicou que a medida foi adotada após analisar os pneus utilizados na etapa de 2024:
“Em 2024, vários pneus — especialmente o dianteiro esquerdo — atingiram o limite máximo de desgaste. Somado à energia lateral elevada do circuito, isso aumentou a fadiga estrutural da construção”, declarou a fabricante.
O problema não tem relação direta com o ocorrido no GP do Catar de 2023, quando stints máximos também foram impostos. Na ocasião, o desgaste foi causado pelas zebras abrasivas, que chegaram a produzir microfissuras nos pneus. Com a troca das zebras e a instalação de caixas de brita, esse risco foi eliminado.
Todas as voltas dadas nos treinos, classificações e corridas — incluindo voltas sob safety car e VSC — contarão para o limite de cada conjunto de pneus. As exceções são: voltas para o grid, voltas de formação, voltas pós-bandeirada (sprint e GP).
Antes da prova, a Pirelli informará às equipes quantas voltas cada jogo de pneus ainda tem disponível. Caso um piloto utilize um pneu previamente acionado na classificação, por exemplo, o total de voltas acumuladas será contabilizado.
A Pirelli optou pela gama mais dura de sua linha: C1 (duro), C2 (médio) e C3 (macio). Por ser um fim de semana com sprint, cada piloto receberá: 2 jogos de pneus duros, 4 jogos de médios e 6 jogos de macios.
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