Felipe Drugovich mantém os pés no chão, mas não esconde o desejo de voltar a sonhar com a F1 — agora através da Cadillac, que fará sua estreia na categoria em 2026. O brasileiro, recentemente anunciado como piloto da Andretti para a próxima temporada da Fórmula E, comentou sobre as chances de uma futura transição para o time de F1 ligado ao mesmo grupo.
Após conquistar o título da Fórmula 2 em 2022, Drugovich foi contratado pela Aston Martin como piloto reserva. Durante três temporadas, o paranaense de 25 anos acumulou experiência em testes e treinos livres, mas nunca recebeu a oportunidade de disputar uma corrida oficial na principal categoria do automobilismo mundial.
“Olha, eu acho que não é impossível”, afirmou Drugovich em entrevista ao podcast Na Ponta dos Dedos, do ge.globo. “É até engraçado, porque o meu chefe hoje é o mesmo cara que não me quis na Cadillac em 2027. Mas eu tenho uma boa relação com eles. É difícil dizer o que vai acontecer, mas meu sonho continua sendo correr na F1. Se alguém me oferecesse uma vaga agora, eu aceitaria.”
Apesar da esperança, Drugovich enfatizou que o foco atual é a Fórmula E, onde estreia com a Andretti — equipe parceira da General Motors, responsável pelo projeto da Cadillac na F1.
“No momento, meu foco total é na Fórmula E. Não adianta mirar em todas as direções. Tenho que fazer um bom trabalho aqui, dar o meu melhor, e as oportunidades virão naturalmente. Se um dia a F1 acontecer, ótimo. Mas o jeito é trabalhar duro agora”, completou.
Com o anúncio de sua chegada à Andretti, Drugovich passa a integrar o mesmo grupo que coordena o projeto da Cadillac na F1 — uma ligação que pode abrir portas no futuro, dependendo de seu desempenho na categoria elétrica.
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