A escalada de tensão e os conflitos armados no Oriente Médio, envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, colocaram a Fórmula 1 em estado de alerta. Diante da crescente instabilidade na região, a permanência dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita no calendário de 2026 tornou-se incerta. Segundo informações do portal britânico Crash.net, a categoria deve tomar uma definição oficial sobre a realização dessas provas nos próximos dez dias, aproveitando o final de semana do GP da China.
Originalmente, o GP do Bahrein, no circuito de Sakhir, está previsto para ocorrer entre 10 e 12 de abril, enquanto a etapa de Jeddah, na Arábia Saudita, ocorreria logo na sequência, entre 17 e 19 de abril. No entanto, o clima no paddock é de ceticismo. Fontes internas indicam que a questão para muitos não é mais “se” as corridas serão canceladas, mas sim “quando” o anúncio será feito.
A preocupação com a segurança não afeta apenas a F1. Recentemente, a FIA adiou a prova de abertura do WEC no Catar, e o CEO da MotoGP, Carmelo Ezpeleta, admitiu incertezas sobre a etapa da categoria no mesmo país.
Apesar dos rumores de cancelamento, a possibilidade de corridas substitutas em outros países é considerada baixa pelo repórter Adam Cooper. Os desafios logísticos e os custos elevados para organizar um evento desse porte em curto prazo tornam a substituição quase inviável. Por enquanto, a Fórmula 1 mantém o cronograma original, mas a reunião em Xangai será decisiva para o rumo da temporada.
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