Gabriel Bortoleto chega para 2026 com a experiência de já ter uma temporada completa na F1, mas, após os primeiros contatos com o novo carro, disse que a sensação é de estar guiando em outra categoria. O brasileiro elencou algumas novidades dos modelos atuais e fez comparações com os carros utilizados nas categorias de base.
Para a temporada de 2026, além dos novos motores com maior influência da parte elétrica, os carros são menores, mais leves, possuem menos downforce e pneus menores. A combinação resultou em um nível de aderência menor quando comparado aos modelos do ciclo anterior.
A comparação com os carros das categorias de base, no entanto, não foi uma crítica. Segundo Bortoleto, embora a aderência seja menor, é possível “brincar mais” com os carros sem perder o controle e bater no muro.
“Se você é um piloto rápido, é rápido em qualquer que seja o carro no mundo. Honestamente, todos na F1 provaram, provavelmente, que merecem estar aqui. Deveríamos todos nos adaptar a esse novo regulamento. Diria que a sensação é um pouco como a das categorias de base. Lógico, o nível de aderência é um pouco maior. Mas volta ao princípio, porque é um carro que teve a aderência reduzida, com o qual consegue deslizar mais nas curvas, consegue brincar mais, é um pouco diferente”, disse Bortoleto.
O piloto da Audi destacou ainda a diferença em relação aos carros de 2025, que eram extremamente “plantados” no asfalto e ofereciam pouca margem para erro em alta velocidade.
“No ano passado, os carros estavam plantados no chão. Você ia para alta velocidade, piscava e rodava ou terminava a volta de uma forma ruim. Neste ano, sinto que será possível brincar mais com isso”, finalizou Bortoleto.
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