Caio Collet revelou, antes de sua estreia nas 500 Milhas de Indianápolis, em Indianápolis, que buscou conselhos com Hélio Castroneves e Tony Kanaan para encarar a prova porque ambos conhecem como poucos a complexidade do oval. O brasileiro da A.J. Foyt destacou que a principal orientação recebida foi respeitar a pista, ter paciência ao longo do mês e evitar riscos desnecessários.
Collet buscou referência em dois vencedores da prova
A escolha dos conselheiros não foi por acaso. Castroneves venceu a Indy 500 quatro vezes, enquanto Kanaan triunfou em 2013 e segue como uma das vozes mais respeitadas do paddock em Indianápolis.
“Falei com os dois, eles sempre dizem para respeitar a pista, para sempre que sentir alguma coisa que está um pouco errada, voltar para os boxes. Que o mês é longo e tem bastante tempo, e acho que a gente fez muito bem isso com a equipe. Então, seguir as dicas deles ali e, agora na corrida, vamos para cima”, disse Collet.
A fala mostra uma leitura madura para um novato em um dos ambientes mais exigentes do automobilismo mundial.
Brasileiro chega respaldado pelo desempenho nos treinos
Mesmo sem experiência prévia na prova, Collet mostrou velocidade desde os testes abertos e chegou a ser o mais rápido em uma das atividades.
Ao longo da preparação, também apareceu com frequência no top-10 dos treinos livres e havia conquistado o 10º lugar no grid. Depois, porém, teve os tempos anulados por irregularidade técnica ligada a uma tampa do sistema de armazenamento de energia (EMS) não homologada e caiu para a 32ª posição.
Ferrucci também virou apoio importante na Foyt
Além das conversas com veteranos brasileiros, Collet destacou a relação construída com Santino Ferrucci, seu companheiro de equipe na Foyt.
“Foi um dos caras que me ajudou muito, desde os meus primeiros treinos. Também na classificação, no Fast Friday, quando usei a potência híbrida pela primeira vez. Ele veio ali no meu pit, perguntar o que eu estava sentindo, o que eu precisava do carro”, afirmou Collet.
O depoimento reforça que, mesmo em um ambiente competitivo, o estreante encontrou suporte interno para acelerar seu processo de adaptação.
Relação saudável fortalece ambiente da equipe
Collet também fez questão de destacar que a convivência com Ferrucci tem sido positiva para o rendimento coletivo da equipe.
“Acho que é um cara nota dez, e está me ajudando bastante durante o ano. Óbvio que tem competição, todo mundo quer ganhar, mas temos um relacionamento muito saudável, que ajuda bastante a equipe”, disse Collet.
Para um piloto em ano de estreia na IndyCar e também na Indy 500, esse tipo de ambiente pode ser decisivo para transformar velocidade em resultado.
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