O chefe da Andretti, Roger Griffiths, reforçou publicamente sua confiança em Felipe Drugovich após as primeiras seis corridas da temporada 2025/26 da Fórmula E. Apesar de o brasileiro ainda não ter pontuado no campeonato devido a uma combinação de incidentes e erros estratégicos da equipe, o dirigente afirmou que os lampejos de velocidade demonstrados em pistas como São Paulo, Miami e Madri justificam a contratação do campeão da F2.
Velocidade presente, mas resultados oficiais escapam
O início de Drugovich como titular na categoria elétrica tem sido marcado por um “quase”. Em São Paulo, o brasileiro cruzou no top-10, mas foi punido; em Miami, largou na primeira fila e lutava pelo pódio até um toque com António Félix da Costa; e em Jarama, liderou o treino livre antes de um erro de estratégia da equipe comprometer sua classificação.
“O primeiro lugar no TL2 [em Madri] foi excelente. Estamos começando a ver esses sinais positivos de forma mais frequente, o que é encorajador”, analisou Griffiths ao portal The Race.
Experiência em pistas conhecidas é trunfo para Berlim e Mônaco
A aposta da Andretti para a recuperação do piloto brasileiro reside no retorno a circuitos onde ele já possui quilometragem e sucesso comprovado. A próxima etapa ocorre em Berlim, palco onde Drugovich pontuou na temporada passada ao substituir Nyck de Vries, terminando em um sólido sétimo lugar.
Para o chefe de equipe, o conhecimento prévio dos traçados será o divisor de águas:
“O que estamos vendo é exatamente o que antecipamos quando o contratamos. Quando chegarmos a Mônaco, um lugar onde ele mora e já correu muitas vezes, a história pode ser bem diferente”, ressaltou o dirigente.
O histórico de Felipe Drugovich no Principado é notável, com vitórias dominantes nos tempos de Fórmula 2, o que alimenta o otimismo da estrutura americana para a quebra do jejum de pontos.
O impacto de Felipe Drugovich no grid da Fórmula E
A presença de Felipe Drugovich na Fórmula E é vista como um movimento estratégico tanto para a categoria quanto para a Andretti.
Mesmo com os reveses iniciais — como danos no radiador em Jedá e erros de ativação do Modo Ataque no México — a manutenção do apoio da chefia é crucial. Em um campeonato onde a média de pontos define os rumos da equipe no Mundial de Construtores, a Andretti sabe que precisa da melhor versão de Felipe para desafiar a hegemonia de rivais como a Porsche e a Jaguar.
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