Felipe Nasr começou 2026 em grande estilo ao conquistar, pelo terceiro ano consecutivo, as 24 Horas de Daytona no IMSA SportsCar. Porém, com a euforia da vitória já dando lugar ao planejamento da temporada, o piloto brasileiro já pensa nos próximos desafios e isso inclui as tradicionais 24 Horas de Le Mans. Com a Porsche Penske ausente da prova nesta temporada, Nasr revelou ao portal Grande Prêmio que está considerando alternativas para marcar presença na corrida francesa em junho, incluindo a possibilidade de competir na classe LMGT3.
Em 2026, a Porsche Penske não estará mais presente no grid da classe Hipercarro do Mundial de Endurance (WEC). Com isso, mesmo tendo recebido o convite automático para as 24 Horas de Le Mans através do título do IMSA SportsCar em 2025, a equipe não poderá alinhar um protótipo 963 em La Sarthe em junho. Consequentemente, Nasr não está confirmado na corrida.
No entanto, o brasileiro revelou que estaria disposto a buscar uma vaga na classe LMGT3 para poder participar da prova e lutar por uma vitória inédita em Le Mans. Apesar de não estar presente na categoria principal, a Porsche ainda correrá na França com o GT3 da marca.
“O contrato que tenho é diretamente com a Porsche, então sou um piloto de fábrica”, explicou Nasr. “Se tiver uma oportunidade de correr em Le Mans por uma equipe de GT3, eu consideraria. É uma prova que ainda sonho em vencer, é um desejo profissional de ganhar uma corrida como essa e adicionar a todas as outras que já tenho no currículo. É, de fato, uma grande corrida que a gente sonha em vencer e colocar o nome na história, mas estamos focados no IMSA SportsCar até lá”, garantiu.
Nasr reforçou que a prioridade da Porsche Penske para 2026 é o IMSA SportsCar, campeonato no qual a equipe está investindo todos os recursos após deixar o WEC.
“A equipe está com foco total na temporada 2026 do IMSA SportsCar. É um campeonato muito importante para a gente, para a Porsche e para a equipe. A Porsche Penske está colocando todos os recursos nesse campeonato, e isso mostra a importância que o IMSA tem. Se vier uma oportunidade em 2027 para voltarmos com o hipercarro para Le Mans, melhor ainda”, acrescentou.
Questionado sobre possíveis negociações em andamento com equipes de GT3, Nasr negou, mas deixou claro que está aberto a qualquer oportunidade competitiva que surgir: “Não, por enquanto não. Está tudo em aberto, mas tenho vontade. Se tiver a oportunidade de fazer parte de uma equipe competitiva, considero voltar lá”, concluiu o piloto.
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