A entrada da Cadillac na F1 em 2026 vai alterar não apenas o tamanho do grid, mas também o formato da classificação. Com a chegada da nova equipe, o número de carros aumentará de 20 para 22, o que exigiu da FIA uma atualização no regulamento esportivo para adaptar o sistema de eliminação no sábado.
Será a primeira vez desde 2016 que a F1 contará com mais de 20 carros na pista. Assim como naquele ano, o treino classificatório voltará a ter uma eliminação de seis pilotos no Q1 e no Q2, em vez dos cinco atuais.
O formato geral permanece dividido em três partes:
Q1: 18 minutos (todos os 22 carros participam; 6 são eliminados)
Q2: 15 minutos (16 carros restantes; 6 são eliminados)
Q3: 12 minutos (10 carros disputam a pole position)
A mudança entra em vigor já na primeira etapa da temporada 2026, e o novo formato será aplicado sempre que o número de carros inscritos ultrapassar 20.
O regulamento revisado especifica ainda o que acontecerá caso novas equipes ingressem na categoria:
“Se 22 carros forem elegíveis, seis serão eliminados após o Q1 e o Q2; se 24 carros forem elegíveis, sete serão eliminados — e assim sucessivamente”, diz o Artigo B2.4.3 do Regulamento Desportivo da FIA.
A última vez que a F1 utilizou esse formato foi no GP de Abu Dhabi de 2016, prova que consagrou Nico Rosberg como campeão mundial após a disputa com Lewis Hamilton. A corrida também marcou a despedida da equipe Manor, que não retornou ao grid na temporada seguinte.
Desde então, o campeonato manteve 10 equipes e 20 carros, consolidando o formato atual de cinco eliminações por sessão. Com o retorno de uma 11ª equipe — a Cadillac, em parceria com a Andretti Global —, a Fórmula 1 vive uma expansão e um ajuste necessário em sua dinâmica de qualificação.
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