O futuro de Yuki Tsunoda na Red Bull e na F1 segue indefinido. Assim como Liam Lawson e Isack Hadjar, pilotos da Racing Bulls que também aguardam decisão, o japonês ainda não sabe se terá espaço na equipe principal em 2026. Após quatro temporadas, seus resultados não convenceram, e a diretoria já sinalizou que pretende definir a dupla em torno do GP do México.
Em algumas etapas de 2025, Tsunoda chegou a correr com equipamentos defasados em relação a Max Verstappen, e em Monza não recebeu a atualização de assoalho utilizada pelo tetracampeão. Ainda assim, seu desempenho preocupa os dirigentes.
O ex-chefe da atual Racing Bulls, Franz Tost, que trabalhou diretamente com Tsunoda durante anos, reconhece o talento do japonês, mas acredita que sua falta de dedicação pode ser o maior obstáculo na Fórmula 1.
“Yuki é naturalmente muito rápido, mas talvez esse seja o problema”, disse Tost à Servus TV. “Nas categorias de base, sempre mostrou performances impressionantes, tanto na F3 quanto na F2, e parecia fácil demais para ele. Mas eu sempre dizia: ‘Na Fórmula 1, você precisa trabalhar muito mais.’”
Segundo Tost, o piloto não tem a disciplina necessária:
“Se eu fosse meio segundo ou um segundo mais lento que meu companheiro, ficaria dia e noite no paddock analisando dados até entender o motivo. Esse é o nível que Yuki ainda não atingiu. Ele tem talento, mas não é suficientemente esforçado para compensar suas falhas. Agora depende dele evoluir ou não.”
Com o mercado de pilotos agitado e a Red Bull avaliando opções para a próxima era da F1, Tsunoda precisa provar que pode render mais. Caso contrário, Lawson ou Hadjar podem assumir sua vaga em 2026.
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