Com o futuro assegurado na Fórmula 1 a partir de 2026 com a Cadillac, Sergio “Checo” Pérez decidiu abrir o jogo sobre os seus conturbados últimos momentos na Red Bull. Em entrevista ao podcast Crack con Oso Trava, o piloto mexicano afirmou que a sua queda de rendimento em 2024 acabou por servir como uma “cortina de fumo” conveniente para a crise de liderança enfrentada por Christian Horner.
O “bode expiatório” da Red Bull
Durante a temporada de 2024, a Red Bull viveu um clima de tensão extrema após acusações de conduta imprópria contra o chefe de equipa, Christian Horner. Pérez acredita que o foco excessivo da média nas suas dificuldades em pista ajudou a aliviar a pressão sobre o dirigente.
“Havia muita pressão naquele ano. O Christian teve problemas, e isso também distraiu um pouco”, revelou Pérez. “Eu acabei por ser uma grande distração. Ninguém falava de outra coisa a não ser de mim, da minha performance e do quão mal eu estava a ir”, desabafou o piloto.
Contraste de desempenhos e saída
Enquanto Max Verstappen caminhava rumo ao tetracampeonato, Pérez enfrentava um calvário técnico. O mexicano terminou o campeonato na oitava posição, com apenas um terço dos pontos do colega de equipa. Apesar de ter assinado uma renovação de contrato, o rendimento abaixo do esperado levou à rescisão do vínculo, encerrando um ciclo marcado por altos e baixos e, segundo o próprio, por um ambiente de excessivo favoritismo a Verstappen.
Agora, livre das amarras da Red Bull, Pérez prepara-se para um novo capítulo na carreira, deixando para trás o papel de alvo das críticas que, na sua visão, protegeram a estabilidade de Horner no comando da equipe austríaca.
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