Enquanto nomes de peso como Lewis Hamilton e Max Verstappen manifestaram preocupações com os rumos da Fórmula 1 em 2026, George Russell adotou um tom otimista. Após liderar a sessão matutina no último dia de testes no Bahrein, o britânico da Mercedes classificou as novas diretrizes técnicas como um “grande avanço” para a categoria.
Russell, que registrou a marca de 1min33s918 em Sakhir, destacou que a redução no tamanho e no peso dos carros trouxe de volta uma agilidade que se perdeu nas gerações recentes. “Os carros estão muito agradáveis de pilotar. A diferença de quão ágil o modelo parece por ser mais leve é impressionante”, afirmou o piloto à imprensa presente no circuito.
Apesar dos elogios à dirigibilidade, Russell não ignorou a complexidade técnica. O novo regulamento foca em unidades de potência com divisão equilibrada (50/50) entre motor a combustão e energia elétrica, exigindo um gerenciamento de energia muito mais rigoroso por parte dos pilotos. Para George, essa mudança deve dar mais trabalho aos engenheiros do que propriamente a quem está atrás do volante.
“Estamos apenas no início de um ciclo que durará anos. O progresso nestes primeiros meses será enorme”, projetou. O piloto também alertou que, embora o Bahrein e Barcelona sejam pistas mais “fáceis” para o sistema híbrido, o verdadeiro desafio surgirá em circuitos de alta exigência energética, como Jeddha e Melbourne.
A Mercedes encerrou a primeira semana de pré-temporada com sinais de recuperação, fazendo dobradinha com Andrea Kimi Antonelli e Russell no topo da tabela de tempos. A F1 retoma as atividades no Bahrein entre 18 e 20 de fevereiro para os ajustes finais antes do GP da Austrália, em março.
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