Pato O’Ward chega à sua sétima temporada na Indy determinado a deixar para trás o rótulo de piloto “quase campeão”. Principal nome da McLaren na categoria, o mexicano estabeleceu uma meta clara para 2026: vencer as 500 Milhas de Indianápolis e, ao fim do ano, levantar o título do campeonato, interrompendo a fase dominante de Álex Palou.
Em 2025, O’Ward viveu um ano forte, com duas vitórias e 515 pontos, desempenho que seria suficiente para ser campeão em muitos outros campeonatos da história recente. O problema é que Palou esteve em fase quase impecável, triunfando em oito das 17 corridas e somando impressionantes 711 pontos, o que deixou o mexicano novamente em posição de coadjuvante na tabela.
Mesmo assim, Pato demonstra confiança de que o cenário pode mudar.
Ele admite que não sabe quantas vitórias poderá conquistar em 2026, mas afirma acreditar na capacidade da McLaren de “ganhar tudo” ao longo do ano. Para o mexicano, pode ter chegado a hora de inverter os papéis em relação ao espanhol, depois de campanhas em que acumulou segundos, terceiros e quartos lugares tanto na Indy 500 quanto no campeonato.
Além da luta direta pelo título e pelo Troféu Borg-Warner, O’Ward estabeleceu três objetivos pessoais para a temporada: Completar todas as voltas do campeonato, algo que ele já havia mirado em 2025, mas que foi frustrado por uma falha mecânica em Portland, na antepenúltima etapa; “Tomar leite no pódio” em Indianápolis, símbolo máximo da vitória nas 500 Milhas, que ele ainda persegue com intensidade; e Vencer em Arlington, prova mais próxima de sua “casa” e com forte presença de torcedores mexicanos, além de finalmente ter um grande fim de semana em Long Beach, circuito onde, segundo ele próprio, “as coisas nunca encaixaram” até agora.
Ao olhar para trás, O’Ward diz carregar “um pouco de cada ano” desde 2020, somando aprendizados de acertos e erros em sete temporadas completas. Em tom bem-humorado, brinca ao dizer que já está “ficando velho” dentro da categoria, mas revela também uma filosofia curiosa: entrar em cada campeonato sem criar expectativas exageradas, justamente para evitar frustrações.
Ainda assim, entre linhas, o recado é claro: se 2025 teve Palou como protagonista absoluto, 2026 é visto por Pato O’Ward como a grande oportunidade de, finalmente, transformar o “quase” em conquista definitiva.
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