Após incluir Arlington, Washington e Markham no calendário 2026, a Indy continua buscando novas praças para expandir sua grade de corridas. O presidente da categoria, Doug Boles, afirmou que a busca por novos locais está em andamento, mas ressaltou que cada etapa precisa representar um grande evento e agregar valor ao esporte.
No próximo fim de semana, a categoria realiza o GP de Arlington, uma das principais estreias da temporada. O traçado de 4,3 km será montado ao redor de dois ícones esportivos do Texas: o AT&T Stadium, do Dallas Cowboys (NFL), e o Globe Life Field, do Texas Rangers (MLB). A iniciativa reforça o compromisso da Indy em criar corridas com forte apelo turístico e cultural.
Na semana passada, a categoria também revelou o traçado do GP de Washington, que será disputado nas ruas do Distrito de Columbia, com o Capitólio dos Estados Unidos ao fundo. A corrida faz parte das comemorações dos 250 anos da Declaração de Independência, marcadas para agosto.
Com a Fox como parceira estratégica e coproprietária, a Indy busca elevar o padrão de entretenimento em torno das corridas. Para Boles, o foco está em criar eventos que atraiam não apenas fãs do automobilismo, mas também um público mais amplo.
“Tentar adicionar novos eventos importantes é extremamente importante e continuamos a visitar diferentes locais. O maior desafio é que, à medida que adicionamos corridas ao nosso calendário, queremos adicionar etapas que sejam um evento — então, há muitos lugares onde poderíamos simplesmente ir e fazer uma corrida, mas temos 17 provas, 18 agora com Washington,” declarou o presidente.
“Para que possamos realmente adicionar algo ao nosso calendário ou substituir algo, precisa ser um evento de verdade. Portanto, é mais do que apenas: ‘Este é um lugar onde podemos correr?’, porque há muitos desses locais. Queremos saber se é um lugar onde, quando você vai, será como Arlington, será como Washington, vai ser um lugar onde as pessoas querem ir e fazer uma grande celebração.”
Boles também reforçou o compromisso da Indy com as corridas em oval, origem da categoria. “Em essência, somos uma categoria de ovais. Foi assim que tudo começou, então continuamos buscando isso. Novamente, é a mesma coisa: existem muitos lugares onde podemos correr, mas queremos correr onde faça sentido e onde as pessoas queiram estar,” completou.
Sobre a possibilidade de corridas internacionais, o dirigente afirmou que a categoria avalia opções, mas que está satisfeita com o mix atual. “O calendário precisa continuar sendo um terço de mistos, um terço de ovais e um terço de pistas de rua, e então veremos o que vem a seguir. Não quero me precipitar dizendo que faremos X, Y e Z e depois as pessoas ficarem frustradas quando isso não acontecer, mas muito trabalho está sendo feito nos bastidores,” garantiu.
Por fim, Boles revelou planos para transformar o Indianapolis Motor Speedway em um polo de entretenimento. “Esse tem sido realmente o nosso foco nos últimos seis anos com Roger [Penske]. Tivemos algumas conversas pontuais nos últimos 12 meses sobre se deveríamos analisar como investir em algumas das propriedades. Conversamos com a prefeitura e com o município sobre a possibilidade de fazermos algo juntos. Mas diria que ainda faltam alguns anos para isso realmente acontecer,” concluiu.
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