O atual campeão da Fórmula E, Oliver Rowland, deixou claro seu desejo de vencer o eP de São Paulo para iniciar a temporada 2025/26 com o pé direito, mas reconheceu que é um objetivo desafiador. O britânico da Nissan admitiu que a equipe evoluiu durante a pré-temporada, mas enfatizou que a etapa brasileira apresenta condições imprevisíveis, como o calor, que podem embaralhar estratégias e desgastar os pilotos.
Rowland chegou a liderar boa parte da prova na temporada passada, mas uma punição por excesso de potência o fez despencar para o 14º lugar, arruinando suas chances de vitória. Em entrevista ao Grande Prêmio no Anhembi, o britânico relembrou a boa performance de 2024, mas destacou que o fim de semana deste ano terá um grau de dificuldade diferente e revelou mudanças na operação da Nissan.
“Vitória seria uma projeção bastante otimista para a primeira corrida, mas passamos a pré-temporada tentando melhorar os pontos que precisávamos evoluir em relação ao ano passado, seja no carro, na minha parte ou na de engenharia. Há algumas novidades para mim neste fim de semana, tenho um novo engenheiro de corrida, então estou tentando me adaptar”, explicou.
Rowland também ponderou sobre as diferenças em relação ao ano anterior: “Realmente, no ano passado fomos competitivos, mas acho que neste fim de semana haverá muitas coisas novas para administrar. A temperatura será um problema, os pilotos também estarão um pouco enferrujados após cinco meses de inatividade. Então será um grande desafio, mas estou ansioso para voltar à pista.”
O piloto do carro #1 destacou que o maior desafio do eP de São Paulo deve ser o calor. A etapa deste sábado (6) tende a ocorrer sob temperaturas elevadas, o que afeta diretamente pneus e bateria, componentes essenciais para o desempenho e o gerenciamento de energia.
“Estamos esperando uma corrida sem chuva, mas a parte realmente complicada deste fim de semana será a temperatura. Quanto mais quente ficar, mais dificuldades teremos com os pneus e com a temperatura da bateria, o que muda a estratégia na corrida. E parece que vai estar bastante quente no sábado”, apontou.
Questionado sobre a imprevisibilidade do clima paulistano, Rowland mencionou que a Nissan utiliza as previsões meteorológicas no simulador. Segundo ele, essa preparação pode ser um elemento decisivo na prova.
“Olhando a previsão do tempo quando estamos no simulador, entendemos se o tempo vai ser complicado. Até agora, neste fim de semana, parece bom, e todos os anos que estivemos aqui o tempo também esteve muito bom. Tudo depende de quão preparados estamos para essas situações e de qual equipe e piloto fizeram o melhor trabalho”, concluiu.
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