Oliver Rowland celebrou oficialmente o título do Mundial de Pilotos da Fórmula E na última sexta-feira (12), durante a cerimônia de premiação da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), realizada em Tashkent, no Uzbequistão. Campeão da temporada 2024/25, o britânico recebeu o troféu após uma campanha dominante e falou sobre a longa espera para conquistar um campeonato mundial, destacando a performance da Nissan.
A conquista veio como uma resposta direta a uma frustração vivida um ano antes, quando uma ausência forçada por problemas de saúde na etapa de Portland tirou de Rowland a chance de disputar o título. Desta vez, porém, o desfecho foi diferente. Durante a cerimônia da FIA, Rowland destacou a trajetória e o peso da conquista após anos de adaptação à categoria elétrica.
Rowland não escondeu o orgulho e a emoção ao refletir sobre sua jornada na Fórmula E: “É algo que demorou muito para acontecer. Estou na Fórmula E há sete anos. Os primeiros foram complicados, mas finalmente colocar as mãos neste título, ter a temporada dominante que tivemos, principalmente no início, é uma conquista fantástica. Estou extremamente orgulhoso.”
O título de Rowland foi construído com uma campanha dominante, mas não sem contratempos. A temporada começou com um revés no eP de São Paulo, onde uma punição por excesso de potência custou uma provável vitória.
No entanto, a reação veio imediatamente na corrida seguinte. No eP da Cidade do México, Rowland protagonizou uma das performances mais emblemáticas do ano ao ultrapassar três ex-campeões — Jake Dennis, Pascal Wehrlein e António Félix da Costa — em uma única volta para conquistar a quarta vitória na Fórmula E.
Chegou perto de repetir o feito no eP de Jedá 1. Venceu de forma dominante no dia seguinte, abrindo quase seis segundos para o segundo colocado. Em Mônaco, voltou ao topo do pódio e atingiu uma impressionante taxa de aproveitamento de 50% nas seis primeiras corridas do campeonato.
Após dois segundos lugares consecutivos, o britânico voltou a vencer na corrida em casa da Nissan, em Tóquio, convertendo a pole-position em triunfo e abrindo uma vantagem de 77 pontos na liderança do campeonato. A partir dali, mesmo sem novas vitórias, Rowland administrou o campeonato com maturidade. O quarto lugar na segunda prova em Berlim foi suficiente para confirmar matematicamente o título com duas corridas de antecedência, encerrando a temporada com seu nome definitivamente inscrito na história da Fórmula E.
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