O futuro de Felipe Drugovich pode estar cada vez mais próximo da Fórmula E. Sem espaço imediato na Fórmula 1, especialmente após a Cadillac confirmar Sergio Pérez e Valtteri Bottas como titulares a partir de 2026, o brasileiro admite que disputar a categoria elétrica em tempo integral é uma opção real.
No atual cenário, apenas Envision (com Sébastien Buemi e Joel Eriksson) e Nissan (Oliver Rowland e Norman Nato) têm suas duplas confirmadas para a temporada 2025/26. Equipes de peso como DS Penske, Jaguar, Porsche e Mahindra ainda mantêm vagas em aberto, aquecendo o mercado.
Entre as possibilidades, a Mahindra aparece como destaque. Foi pela equipe indiana que Drugovich estreou na Fórmula E, substituindo Nyck de Vries no eP de Berlim. O desempenho sólido, coroado com um sétimo lugar na segunda corrida, chamou atenção e reforçou seu nome no paddock.
“É uma possibilidade. Seria muito legal ter a oportunidade de correr o campeonato inteiro. A Gen4 parece que será muito interessante, então é possível, sim”, declarou Drugovich em entrevista exclusiva ao Grande Prêmio em Berlim.
O brasileiro também destacou que sua adaptação ao carro e a avaliação das equipes podem ser decisivas:
“Acredito que depende bastante, não só de resultados, mas de como me adapto ao carro e da percepção que outras equipes têm de mim. Na Mahindra, não sabemos ainda se vai ter vaga.”
Enquanto a F1 fecha portas, a Fórmula E abre oportunidades. Além da dupla da Red Bull e da indefinição na Racing Bulls, poucas vagas permanecem no grid da principal categoria. A Alpine, insatisfeita com Franco Colapinto, até pode buscar alternativas, mas o perfil desejado é de pilotos mais experientes — algo que reduz as chances de Drugovich. Com isso, a categoria elétrica aparece como um caminho para o brasileiro.
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