No GP da Hungria, realizado em 3 de agosto de 2025, Charles Leclerc largou da pole-position e liderou confortavelmente a corrida até cerca da 40ª volta. No entanto, uma inesperada queda de desempenho o fez despencar para a 4ª posição, surpreendendo a equipe e colocando o resultado em risco.
Frédéric Vasseur, chefe da Ferrari, classificou o último trecho da prova como “um desastre”. Segundo ele, o carro se tornou “muito difícil de pilotar” e o equilíbrio foi perdido completamente — ao ponto de ele temer que Leclerc não chegasse ao fim da corrida.
Apesar dessa situação, a equipe afastou a hipótese de uma quebra no chassi. A análise mais apropriada, conforme apurado pelo portal The Race, indica que o aumento na pressão dos pneus teve como objetivo elevar a altura do carro e proteger o assoalho contra desgaste excessivo.
George Russell, da Mercedes, acrescentou outra perspectiva técnica ao afirmar que a Ferrari pode ter reduzido o motor e elevado a pressão dos pneus para proteger o assoalho, mas que tais escolhas comprometeram significativamente a performance do carro.
Leclerc, por sua vez, reconheceu que suas críticas via rádio durante a corrida foram precipitadas. Inicialmente, ele culpou ajustes na estratégia e na asa dianteira, mas após a corrida admitiu:
“Critiquei a equipe cedo demais… pensei que a queda de rendimento fosse relacionada a algo que tínhamos discutido antes. Mas, infelizmente, foi por causa de um problema no chassi. Então vamos investigar a causa para que isso não aconteça novamente.”
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