Colton Herta iniciou sua trajetória na F2 em 2026 com uma postura bem diferente da adotada por Dan Towriss, CEO do projeto da Cadillac na Fórmula 1. Enquanto o dirigente afirmou que ficaria satisfeito com o piloto terminando entre os dez melhores do campeonato, Herta foi enfático ao dizer que seu único objetivo na categoria de acesso é a vitória.
Durante os testes de pré-temporada em Barcelona, o novo contratado da Hitech mostrou progressão constante: foi o 10º no primeiro dia, 8º no segundo e fechou as atividades com o 6º tempo no terceiro dia. Apesar do destaque ter ficado com o brasileiro Rafael Câmara, da Invicta, Herta demonstrou que está em rápida adaptação ao equipamento europeu.
O piloto, que deixou a Andretti na Indy para assumir o posto de reserva da Cadillac na F1 e competir na F2, explicou ao portal PlanetF1 que não entra em nenhuma competição apenas para “fazer número”.
“Em tudo em que eu entro, quero ser competitivo e forte. Se o objetivo não for vencer, não vejo por que faria isso. Essa é a minha mentalidade. O tempo dirá o quão realista isso é”, afirmou.
O norte-americano criticou a abordagem de estabelecer metas graduais e conservadoras, preferindo focar no topo da tabela desde o início.
“Não acho que entrar com a ideia de ‘vamos tentar um top-15 e evoluir’ seja a abordagem certa. Quero ser o mais rápido possível, conquistar poles e vencer corridas. Sei que será difícil, mas essa é a meta”, completou.
Experiência na Indy não é garantia de vantagem
Questionado se os anos de bagagem na IndyCar e no IMSA SportsCar o colocariam em um patamar superior aos rivais mais jovens da F2, Herta minimizou o impacto dessa vantagem competitiva. Para ele, o talento bruto e o ritmo de corrida já estão consolidados na maioria dos pilotos do grid, independentemente da idade.
“Não acho que seja uma vantagem tão grande quanto as pessoas pensam. Nesta fase, seja aos 18 ou 25 anos, você já está praticamente desenvolvido. Em termos de ritmo puro, já estamos perto do nosso máximo. É bom ter experiência, mas o desafio aqui é novo para todos”, concluiu.
A estreia de Colton Herta na Fórmula 2 é vista como um passo crucial para que o piloto obtenha os pontos necessários para a superlicença e consolide sua transição definitiva para a Fórmula 1 com a Cadillac no futuro.
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