O clima esquentou nos bastidores do GP do Japão de F1 antes mesmo dos carros irem para a pista em Suzuka. Nesta quinta-feira (26), Max Verstappen protagonizou um momento de tensão ao condicionar o início de sua entrevista coletiva à saída de um jornalista específico do recinto.
De acordo com informações do portal Nextgen-Auto.com, o tetracampeão mundial foi enfático ao notar a presença de um repórter do jornal britânico The Guardian. O piloto da Red Bull teria afirmado aos responsáveis pela comunicação da equipe: “Não falarei enquanto ele não sair”.
O desentendimento entre Verstappen e o profissional não é recente. O atrito teria começado no GP de Abu Dhabi do ano passado, quando o jornalista questionou o holandês sobre um incidente polêmico com George Russell no GP da Espanha e como a punição recebida naquela ocasião afetou a disputa pelo título mundial.
Naquela corrida, Verstappen terminou em décimo após ser penalizado em 10 segundos por uma colisão com o piloto da Mercedes. O episódio gerou irritação no holandês, não apenas pela manobra em si, mas pela decisão estratégica da Red Bull de ceder a posição na pista, o que ele considerou um erro interno.
A postura rígida de Verstappen ocorreu durante um atendimento à imprensa organizado pela própria Red Bull. Caso o episódio tivesse acontecido em uma coletiva oficial da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), o piloto poderia enfrentar sanções, já que a entidade exige o cumprimento de protocolos de mídia com todos os veículos credenciados.
Nesta quinta-feira, Verstappen não integrou o grupo de seis pilotos selecionados para a rodada oficial de entrevistas da FIA, que contou com nomes como Charles Leclerc, Lando Norris e Franco Colapinto.
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