A Mercedes voltou a ser o centro das atenções técnicas na F1 após o GP da China. Desta vez, o foco da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) recai sobre o funcionamento da asa dianteira móvel da equipe, que estaria operando em um sistema apelidado de “bifásico”. Embora rumores indicassem que a Ferrari teria solicitado explicações oficiais, a escuderia italiana negou tais alegações ao portal Autoracer.it.
A investigação surgiu após a rodada de inspeções pós-corrida em Xangai, onde todas as equipes são obrigadas a compartilhar detalhes de seus projetos com a federação. Ao examinar os conceitos dos novos monopostos de 2026, os técnicos da FIA identificaram uma peculiaridade no acionamento do componente aerodinâmico da Mercedes.
O sistema em questão parece realizar o fechamento da asa em duas etapas distintas. De acordo com as normas vigentes, o movimento inicial deve respeitar um limite de 400 milissegundos para responder aos sensores de controle. No entanto, a solução da Mercedes apresentaria um segundo comando que estenderia o fechamento total por mais 450 milissegundos.
Essa estratégia teria sido desenvolvida para suavizar a transferência de carga para o eixo dianteiro no momento da frenagem. Ao retardar o fechamento completo, a equipe conseguiria um equilíbrio mais refinado do carro na entrada das curvas, evitando instabilidades repentinas.
Vídeos que circulam nas redes sociais já mostram o comportamento incomum da peça, alimentando debates sobre uma possível irregularidade técnica. Cabe agora à FIA determinar se essa interpretação do regulamento é legal ou se a Mercedes precisará modificar o sistema para as próximas etapas.
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