O mercado de pilotos da F1 pode estar relativamente estável para 2026, mas as movimentações para 2027 já começam a ganhar força nos bastidores. Enquanto restam apenas as vagas das equipes ligadas à Red Bull para definição no próximo ciclo, o cenário muda drasticamente para o ano seguinte, quando diversos contratos chegam ao fim e a hierarquia das equipes ficará mais clara após a estreia dos novos carros.
Dentro desse contexto, um dos assentos que pode mudar de dono é o da Aston Martin, que passa a contar com unidades de potência Honda a partir do ano que vem. Segundo o jornalista italiano Leo Turrini, existe uma possibilidade concreta de Fernando Alonso deixar a Fórmula 1, abrindo espaço para que Charles Leclerc se torne um forte candidato à vaga.
Em sua coluna, Turrini afirma que a Aston Martin mantém conversas frequentes com Nicolas Todt, empresário de Leclerc. As negociações, ainda em estágio de bastidores, colocam o monegasco como um dos nomes mais cobiçados do mercado para 2027, especialmente se o cenário na Ferrari não se mostrar competitivo o suficiente.
O jornalista também destaca o chamado “fator Max Verstappen”, apontando o holandês como peça central de um possível efeito dominó no grid. Eventuais mudanças no futuro do tricampeão mundial poderiam desencadear uma reconfiguração mais ampla das principais vagas, envolvendo nomes como o próprio Leclerc.
Turrini avalia que, caso a Ferrari não ofereça um carro à altura das expectativas de título, uma mudança de ares para Leclerc – como uma ida à Aston Martin – deixa de ser mera especulação para se tornar uma hipótese plausível. A possibilidade de o piloto vestir o verde da equipe britânica em 2027 ganha força justamente nesse cenário em que desempenho e ambição esportiva se cruzam.
Para ilustrar o momento atual, o repórter italiano compara o início da “dança das cadeiras” da F1 a uma corrida de ciclismo, na qual os principais competidores se posicionam e aguardam o momento certo para lançar o sprint final. Segundo ele, o ponto de virada será quando ficar evidente que a Ferrari não é suficientemente competitiva: a partir daí, abre-se uma verdadeira “corrida” pelas melhores vagas do grid.
Nesse contexto, a situação de Charles Leclerc é vista como um exemplo emblemático. Em caso de frustração com o desempenho da Ferrari, a Aston Martin — fortalecida pela parceria com a Honda e por um projeto ambicioso a longo prazo — surge como uma alternativa atrativa para o monegasco, alimentando as especulações sobre um possível acordo a partir de 2027.
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