A FIA encerrou a análise sobre a asa dianteira da Mercedes após o episódio que gerou suspeitas durante o GP da China de F1. Segundo o órgão regulador, o comportamento incomum do componente foi causado por uma falha técnica, e não por uma tentativa deliberada de explorar brechas no regulamento.
A situação ganhou destaque após imagens do carro de Kimi Antonelli indicarem que a asa dianteira parecia se mover em duas etapas distintas ao final das retas. O funcionamento levantou dúvidas entre equipes rivais, já que o regulamento permite apenas duas posições (modo de curva e modo de reta) com uma transição máxima de 400 milissegundos.
O movimento observado sugeria uma mudança fora desse intervalo, o que levou ao questionamento formal junto à FIA. Inicialmente, especulou-se que a Ferrari estaria por trás da contestação, mas a equipe italiana negou envolvimento.
Após análise detalhada, a Mercedes explicou que o fenômeno foi causado por um problema de confiabilidade, possivelmente ligado à pressão hidráulica no sistema responsável pelo acionamento da asa. Essa falha teria provocado um retorno irregular do componente à posição original, criando a impressão de um funcionamento “bifásico”.
A FIA aceitou a justificativa da equipe de Brackley, especialmente pelo fato de que o defeito não representava vantagem competitiva. Pelo contrário, a irregularidade comprometia o equilíbrio aerodinâmico do carro em um momento crítico: a aproximação para as zonas de frenagem.
Com isso, o caso foi tratado como uma questão técnica a ser corrigida pela equipe, sem necessidade de sanções ou alterações imediatas no regulamento.
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