O pódio de Nico Hülkenberg no GP da Grã-Bretanha de F1 de 2025 foi mais do que uma surpresa, foi o símbolo de uma virada para a Sauber. O terceiro lugar em Silverstone marcou não só a primeira ida ao pódio do experiente piloto alemão após 239 corridas, mas também o melhor resultado da equipe suíça desde 2012. Agora, o chefe Jonathan Wheatley vê esse desempenho como combustível para o futuro sob a bandeira da Audi, que assumirá a operação em 2026.
Desde que assumiu a liderança da Sauber em abril, após deixar a Red Bull, Wheatley já comemora avanços consistentes. Gabriel Bortoleto marcou seus primeiros pontos na Fórmula 1 no GP da Áustria, e Hülkenberg brilhou em Silverstone. Para Wheatley, esses momentos são apenas o começo da construção de uma equipe forte e preparada para o novo regulamento técnico que estreia em 2026.
“Foi uma honra me juntar à equipe neste momento tão especial. A estrutura já vinha evoluindo com o trabalho do Matteo [Binotto], e desde que cheguei, o ambiente tem sido de crescimento contínuo”, declarou Wheatley durante o Festival de Goodwood.
Segundo o dirigente, o espírito de equipe e a confiança crescente têm sido os pilares do progresso. “Quando os pilotos começam a sentir o carro nas mãos, a classificação melhora, os pitstops fluem, e tudo começa a funcionar. Silverstone mostrou exatamente isso.”
Apesar do otimismo, Wheatley reconhece o tamanho do desafio: entrar em 2026 com uma operação sob comando da Audi e competir com as gigantes da categoria. Mas foi justamente esse desafio que o motivou a deixar a Red Bull. “A Audi sempre foi sinônimo de inovação. Desde os dias dos lendários Quattros no rali até hoje, ela faz as coisas à sua maneira. É provavelmente a maior coisa em nosso esporte no momento. A maior história de boas notícias do esporte. É fantástico para a F1 e todos devem estar entusiasmados com isso.”
Com mudanças profundas no regulamento à vista, Wheatley reforça a necessidade de humildade e perseverança. “Alcançar o nível das equipes de ponta é difícil. Superá-las será ainda mais. Mas acredito que estamos no caminho certo.”
Em tom bem-humorado, o britânico encerrou com um sinal claro de seu entusiasmo: “Muito em breve terei quatro anéis em uma camisa e serei o diretor de equipe mais feliz da F1.”
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