O forte acidente envolvendo Oliver Bearman no GP do Japão gerou preocupação dentro da Haas, mas também motivou um posicionamento claro da equipe em defesa do jovem piloto. Após a batida em Suzuka, o chefe do time, Ayao Komatsu, afirmou que Bearman não deve se culpar pelo ocorrido.
Segundo o dirigente, o acidente foi resultado de uma combinação de fatores ligados ao atual regulamento da Fórmula 1, especialmente à diferença de velocidade entre os carros em determinados momentos da corrida. Komatsu destacou que não houve erro evidente por parte do britânico, classificando a situação como consequência de circunstâncias complexas de pista.
Durante a prova, Bearman se aproximou rapidamente do carro de Franco Colapinto, que vinha em ritmo mais lento devido ao gerenciamento de energia. A Haas, por outro lado, utilizava mais potência naquele trecho, o que ampliou significativamente a diferença de velocidade — chegando a cerca de 50 km/h — e tornou a reação extremamente difícil.
Ao tentar evitar o contato, o piloto perdeu o controle do carro e acabou sofrendo um impacto forte contra as barreiras. Apesar da violência da batida, Bearman escapou sem lesões graves, apresentando apenas uma contusão no joelho.
Komatsu reforçou que situações como essa já vinham sendo debatidas dentro da categoria, principalmente por conta das novas regras que aumentam a variação de desempenho entre os carros em diferentes momentos. Para o chefe da Haas, o mais importante agora é que o piloto mantenha a confiança e não carregue a responsabilidade de um incidente que, na visão da equipe, foge ao controle individual.
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