A classificação para a corrida sprint do GP da China confirmou as expectativas realistas da Aston Martin para este início de temporada. A equipe britânica não conseguiu avançar além do SQ1, superando apenas os carros da Cadillac. Fernando Alonso terminou à frente de seu companheiro, Lance Stroll, mas ambos ficaram cerca de um segundo distantes do ritmo necessário para o SQ2.
Apesar do cenário desafiador e de o carro ainda não entregar o desempenho prometido para 2026, Alonso preferiu adotar uma postura otimista ao analisar o comportamento do bólido após a sessão em Xangai.
“Foi uma sessão curta, com apenas duas voltas. Nos treinos da manhã, focamos em entender melhor o chassi, já que a unidade de potência é o que temos no momento. Fizemos algum progresso, embora mínimo; estamos tão atrás que isso quase não é percebido”, explicou o espanhol.
O piloto utilizou a etapa anterior como base de comparação para justificar sua visão positiva sobre a evolução da equipe:
“Acho que a Williams está cerca de três décimos à frente agora. Na Austrália, essa diferença era de uns oito décimos. Então, sim, avançamos um pouco, mas claramente ainda estamos muito longe do ideal”, ressaltou o bicampeão.
Para o restante do fim de semana na China, Alonso projeta novas tentativas de melhora, mas mantém os pés no chão quanto ao teto de desempenho da Aston Martin e aos riscos mecânicos.
“Vamos tentar dar mais um passo amanhã, mas acredito que o limite do carro seja mais ou menos este. Além disso, não temos peças de reposição para a unidade de potência. Qualquer falha seria dificílima de resolver. Precisamos gerenciar a confiabilidade e extrair todo o aprendizado possível”, concluiu.
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