A Mercedes segue ampliando sua base de patrocinadores para a temporada de 2026 da F1 e oficializou nesta semana um acordo com o Nubank, fintech brasileira em plena expansão internacional. O contrato, de múltiplas temporadas, prevê ativações comerciais em Brasil, México, Colômbia e Estados Unidos, mercados estratégicos para a empresa.
Paralelamente, a equipe de Brackley está em vias de fechar um dos maiores contratos de sua história: uma parceria com a Microsoft que pode render cerca de 60 milhões de dólares (R$ 322,8 milhões), segundo apuração da Sky News. O anúncio oficial deve ocorrer durante o lançamento do W17, marcado para 22 de janeiro.
Para Cristina Junqueira, cofundadora e CEO da Nubank nos EUA, a aliança com a Mercedes representa uma oportunidade única de alcançar centenas de milhões de fãs em diferentes continentes.
“A Fórmula 1 é uma das poucas plataformas verdadeiramente globais, e a Mercedes tem um histórico incomparável. Vamos usar nossa tecnologia e foco no cliente para criar experiências digitais premium que aproximem os fãs da ação. Construir uma marca global leva tempo, e este é apenas o começo”, afirmou.
Toto Wolff, chefe de equipe e CEO da Mercedes, ressaltou que a parceria reflete os valores centrais da escuderia.
“Inovação e disrupção são pilares do nosso trabalho. A Nu compartilha esse compromisso de ultrapassar limites e buscar eficiência. Estamos empolgados para trabalhar juntos e elevar ainda mais nosso desempenho”, declarou o austríaco.
O acordo com a Microsoft ainda não foi oficializado, mas fontes próximas à negociação indicam que o contrato será anunciado junto com o W17 nesta quinta. A cifra estimada de US$ 60 milhões por ano colocaria a gigante de tecnologia entre os principais apoiadores financeiros da equipe alemã.
Esse movimento acontece após a Mercedes ter fechado com a PepsiCo e depois de Toto Wolff vender 15% de sua holding — equivalente a 5% da equipe — para George Kurtz, CEO da CrowdStrike, empresa de cibersegurança.
A apresentação do carro de 2026 será um marco não apenas pelo novo regulamento técnico, mas também pela consolidação de uma nova estrutura de patrocínios que reforça a posição da Mercedes como uma das marcas mais valiosas do grid.
Com Nubank, Microsoft, PepsiCo e Petronas no portfólio, a equipe se prepara para enfrentar a concorrência dentro e fora das pistas em um dos anos mais desafiadores da história recente da categoria.
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