Carlos Sainz, piloto da Williams, fez um balanço sincero da sua primeira temporada com a equipe em 2025, classificando o ano como um dos períodos “psicologicamente mais difíceis” de sua carreira na Fórmula 1. O espanhol, que se transferiu para a equipe de Grove, enfrentou uma série de fins de semana frustrantes, admitindo que chegou a ter dúvidas sobre seu desempenho.
Apesar de ter conquistado um pódio inesperado em Baku — um resultado que ele descreveu como um “grande impulso para a motivação e até mesmo um alívio” —, Sainz destacou que a temporada tem sido um desafio brutal.
“Foi certamente muito difícil. Provavelmente um dos momentos psicologicamente mais difíceis de minha carreira em termos de quantos contratempos tive de enfrentar durante a temporada”, confessou o tetracampeão de corridas.
O período pós-férias de verão foi particularmente complicado. Mesmo voltando renovado e com uma nova abordagem, ele sofreu mais dois grandes reveses consecutivos, repetindo um padrão da primeira metade do ano. “Voltei das férias cheio de energia, cheio de motivação… e tive duas boas classificações em Baku e Monza. Mas nas duas vezes consecutivas o mesmo padrão que ocorreu na primeira metade da temporada [de contratempos] aconteceu. Então eu pensei, ok, mudei minha abordagem, estou cheio de energia e agora dois contratempos consecutivos me derrubam novamente. Foi muito frustrante.”
Olhando para frente, Sainz reconheceu que o FW47 da Williams tem dificuldades em circuitos de alta pressão aerodinâmica, como Cingapura, e que seus melhores resultados vieram em pistas de baixo downforce. No entanto, ele pretende usar o impulso de Baku como um “exemplo” de resiliência para terminar o ano em alta, mostrando-se orgulhoso por ter mantido “o pé no chão” diante das adversidades.
🔗 Junte-se à nossa comunidade!
👉 Entre no nosso grupo no WhatsApp para receber novidades, trocar ideias e ficar por dentro de tudo em tempo real.
📺 E não esqueça de se inscrever no nosso canal no YouTube para vídeos exclusivos, curiosidades e muito mais!
