O CEO da McLaren Racing, Zak Brown, confirmou nesta semana que a venda da participação da divisão de corridas da montadora foi concluída. Segundo a Bloomberg, o valor de mercado da equipe atingiu US$ 4,1 bilhões — cerca de R$ 22 bilhões.
No início de setembro, já circulavam informações de que o fundo soberano do Bahrein Mumtalakat e a CYVN Holdings, grupo de investimentos especializado no setor automotivo, buscavam adquirir uma fatia adicional de 30% da McLaren Racing. Agora, as duas empresas assumem 100% da propriedade da divisão esportiva, consolidando o acordo.
“Já está tudo acertado”, declarou Brown. “O esporte vive um momento de alta, com métricas muito positivas, estabilidade financeira garantida pelo teto de gastos e uma competitividade inédita na pista. É incrível ver como os fãs, patrocinadores e parceiros estão mais engajados do que nunca.”
O dirigente também afastou qualquer ideia de que a Fórmula 1 tenha atingido um teto em sua valorização:
“Nosso esporte tem muito espaço para crescer. Temos 24 corridas no calendário, mas a demanda seria suficiente para 30 GPs. Nosso carro atrai algumas das maiores marcas do mundo, como Mastercard e Google. Além disso, tivemos quatro equipes diferentes vencendo e sete pilotos subindo ao lugar mais alto do pódio na última temporada. Em 30 anos acompanhando a categoria, nunca vi algo parecido.”
Brown ainda destacou o impacto da popularização da F1 fora das pistas:
“O drama retratado pela Netflix aumentou ainda mais o interesse global, e a procura por Grandes Prêmios nunca foi tão grande. Em muitos aspectos, acredito que o esporte está apenas começando sua nova fase de crescimento.”
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